Artesanato

Desde o Neolítico que o barro tem sido modelado para a produção de recipientes e esculturas. Não obstante, no decoorrer dos tempo, tem-se registado enorme desenvolvimento de formas e técnicas.
Para além do uso desta matéria em peças, geralmente, de reduzido tamanho, muios foram os escultores que ao longo da história empregaram este material em peças de formato monumental.
A tradição dos barristas populares persiste até aos dias de hoje em diversos núcleos regionais. A Olaria é uma tradição antiga em São Pedro, sendo sobejante conhecida como a "louça da vila". Singelas peças fabricadas em barro de Santa Maria, castanho, não vidrado, foram até bem pouco tempo, utilizadas pelas gentes locais nas variadas situações quotidianas. Potes, púcaros, alguidares, infusas, tigelas, são testemunhos deste digno de respeito e admiração.


Olaria João da Rita
É composta pela olaria tradicional, com barreiro, roda de oleiro, expositores de madeira para as peças e olaria, um sótão, um forno antigo no exterior, uma sala com um forno elétrico e uma sala de trabalho.

Olaria José Batata 
É composta pela olaria tradicional com uma roda, barreiro e expositores de madeira onde eram colocadas as peças de barro.


Olaria - Museu Mestre António Batata
Recuperada em 1988, a tenda do Mestre António Batata, construída no séc. XIX, abriga três rodas de oleiro e um forno em anexo, sendo a maior olaria da Vila. Conserva as tradicionais paredes de alvenaria de pedra sem reboco e é constituída por um compartimento de 15m2 com largo sótão aberto.



Forno - Museu Manuel Jacinto Carvalho
Forno coletivo de louça, construído no século XIX, altura em que as tendas de olaria representavam uma das mais importantes atividades artesanais em Vila Franca.

O objetivo deste núcleo museológico é preservar, valorizar e divulgar a história da olaria de Vila Franca do Campo.